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Dilemas de uma mãe sem manual!

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sábado

Príncipe Arthur!

Calma, calma pessoal! Arthur não é o nome do nosso baby!!!!
Hoje o post é inteiramente dedicado ao nosso afilhadinho amado que acabou de chegar!
Seja beeeeeem vindo ARTHUR! Obrigada por esse milagre, Senhor!
Parabéns compadres queridos!!!! Vocês merecem isso e muito mais!




Dindos babõessss!

sexta-feira

Depressão pós parto.....

Oi pessoal,

Dificilmente falo sobre assuntos delicados e polêmicos no blog porque penso que, muitas vezes corremos o risco de sermos mau interpretados.
O assunto de hoje foi a minha real inspiração na criação desse blog que acabou virando uma salada de informações que vou guardar com muito carinho pelo resto da vida! Venho falar da depressão pós parto ou DPP como alguns livros e revistas publicam.
Quem tiver o interesse de ler o blog no início vai poder conhecer tudo que se passou comigo depois do nascimento do Lucas e de ter sido uma pessoa dependente de remédios para emagrecer.
Tive DPP, (que foi diagnosticada quando o Lucas tinha 2 anos porque foi quando os sintomas ficaram mais eminentes) e me tratei por longos 3 anos com medicação séria e acompanhamenteo psiquiátrico e psicólogico!
Graças e Deus, desde o dia 3 de novembro de 2009, fui disgnosticada curada pelo meu maravilhoso médico, com apoio da também maravilhosa psicóloga que foram uma luz no meu processo de cura.
De lá pra cá, nunca mais abandonei minha psicóloga e não espero abandonar nunca! (aqui em casa, defendemos a terapia sempre!). 
Desde o ano passado, quando eu e meu marido resolvemos que era hora de termos outro bebê, fui até meu médico e minha psicóloga e perguntei se realmente era hora e quais eram as chances de eu desenvolver e doença de novo. Meu médico me disse que as chances eram iguais a de quem nunca teve e me tranquilizou, dizendo que eu poderia engravidar sem medo e que alías, já estava na hora!
Quando estava com três meses de gravidez (dessa gravidez, porque teve aquela que perdi o bebê no final do ano passado), achei que era hora de eu voltar no médico por uma questão de segurança.
Chegando lá, ele me disse que não precisava me preocupar porque eu estava muito bem, mas que, se está lá, me fazia sentir melhor, tudo bem.
Desde então, tenho voltado nele todos os meses, porque penso que o seguro morreu de velho, né? Peço a Deus, todos os dias que nunca mais eu desenvolva esse problema que, infelizmente, acomete 72% das mulheres (isso mesmo, 72%!!!). Algumas com necessidade de medicação, outras não.
Um beijo e fiquem com Deus e sempre de olho na saúde da alma......

P.S.: Bebê ainda tá sem nome!!!!!

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